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Você provavelmente deve ter lido ou assistido nos últimos dias sobre pessoas que tiverem Covid-19, se curaram e voltaram às suas atividades normais, inclusive profissionais da saúde.

Mas afinal, isso não seria arriscado?

Ainda não se sabe ao certo se quem contrai o vírus uma vez fica realmente imune, isso ainda está em estudo. Mas, então porque fala-se tanto sobre essa imunidade?

Acontece que, quando nosso organismo é exposto a um novo vírus, inicialmente ele responde com objetivo de eliminar o vírus de imediato. Trata-se de uma resposta não específica, feita pelo que chamamos de imunidade inata.

Ao mesmo tempo, nosso sistema imunológico começa agir com o que chamamos de imunidade adaptativa, quem tem por objetivo montar uma resposta mais específica ao vírus, e assim eliminar totalmente a infecção.

O que irá ocorrer é que através de sorologia irá se averiguar se alguém já teve o SARS-Cov-2 e está “teoricamente” imune ao vírus. E diante disso, um novo termo surgiu: passaporte ou certificado de imunidade. Ou seja, as pessoas irão em tese receber um documento emitido por profissionais da saúde atestando tal imunidade.

O objetivo desse certificado, que já vem sendo cogitado em vários países é permitir que as pessoas voltem a “vida normal” já que não podem mais ter ou transmitir a doença, podendo contribuir para a retomada da economia.

O que sabe-se de fato é que ainda é muito cedo para falar-se sobre a efetividade ou não de métodos como esse, uma vez que estamos falando de uma doença que surgiu em 2020, a qual pouco se sabe de forma efetiva.

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